Versionando

5 Junho 2009

application-x-applix-spreadsheetUma tarefa importante da rotina de todo programador envolve o controle de versões dos seus aplicativos. Afinal, potência não é nada sem controle. E controle é tudo, principalmente se for preciso programar no modo defensivo ou com uma equipe grande.

Há várias ferramentas pra controle de versões dos projetos, mas estas serão assunto de um outro artigo. Por ora veremos o significado que podem ter aqueles números misturados com pontos.

Dígitos:

1 . 0 . 0 . 1
V . S . B . C


V = Versão Base
S = Sub versão
B = Bugs Corrigidos
C = Compilação

Versão Base
Alterada somente em mudanças radicais do aplicativo envolvendo novos paradigmas ou compatibilidade.
Ex : mudança de protocolo de comunicação, mudança de regras essenciais.

Sub versão
Modificações nas funções internas, novas funcionalidades ou uma nova biblioteca.

Bugs Corrigidos
Registra correção de erros de programação. Desejável que os bugs corrigidos sejam documentados a cada versão.

Compilação
Utilizada para controle interno do programador.
Incrementada geralmente a cada compilação completa do aplicativo e seus módulos.

Convencões Opcionais

Com o uso foram assumidas outras convenções para a numeração das versões:

0.0.1 a 0.0.9 – Versão Alpha – Apenas para uso interno
0.1.0 a 0.9.0 – Versão Beta – Versão de testes – não comercial.
1.0.0 em diante – Versão Final – Versão para distribuição.

Há ainda o controle de versões de testes ou instáveis e versões estáveis:

1.0, 1.2, 1.4 – Numeração com dígitos de subversão pares indicam versões estáveis.
1.1, 1.3, 1.5 – Numeração com dígitos de subversão ímpares indicam versões instáveis ou de testes.

Exemplos

0.0.5 – Versão Alpha
0.1.3 – Versão Beta instável
0.4.1 – Versão Beta estável
1.0.0 – Versão Final estável.
1.3.1 – Versão Final instável ou em testes.
1.4.0 – Versão Final estável
1.4.2 – Versão Final estável atualizada com correção de bugs
1.5.0 – Versão Final estável com novas funções em relação á 1.4
2.0.0 – Nova versão de produto, incompatível com versões anteriores.
2.0.1 – Nova versão de produto com bugs corrigidos.

Pra constar : estas são apenas sugestões de uso. Fique á vontade para adaptar á política local de sua empresa ou ao seu uso pessoal.

Bom proveito!


Syntax Highligth no WordPress

3 Junho 2009

Navegando

page_previewEu andei pesquisando aqui no WordPress blogs sobre Delphi, e descobri muitos posts legais.
Mas navegando entre textos mais interessantes e aqueles mais apagados, percebi que muitos não usam o recurso de “syntax highlight” disponível no WordPress.

Ao passo que alguns usam o texto simples, outros usam até imagens, ás vezes pesadas, contendo o código. Alem de dificultar a navegação, ainda tira a possibilidade de copiar e colar o código.

Com o destaque da sintaxe nos exemplos de código, a leitura fica mais fácil e ajuda bastante na compreensão, além de dar uma aparência mais profissional. Veja a diferença:

Código Normal
procedure TForm1.Edit1Change(Sender: TObject);
var
OldStart : Integer;
begin
With Edit1 do
if Text ” then
begin
OnChange := NIL;
OldStart := SelStart;
Text := UpperCase(Copy(Text,1,1))+
LowerCase(Copy(Text,2,Length(Text)));
SelStart := OldStart;
OnChange := Edit1Change;
end;
end;

Código com texto formatado.

procedure TForm1.Edit1Change(Sender: TObject);
var
      OldStart : Integer;
begin
With Edit1 do
    if Text <> '' then
    begin
        OnChange := NIL;
        OldStart := SelStart;
        Text := UpperCase(Copy(Text,1,1)) +
                   LowerCase(Copy(Text,2,Length(Text)));
         SelStart := OldStart;
         OnChange := Edit1Change;
     end;
end;

Pensando nisso, resolvi ilustrar nesta rapidinha como usar o destaque de sintaxe pra dar um charme a mais no seu blog. Quer saber como faz? Veja o exemplo a seguir.

Leia o resto deste post »